Foursquare e Swarm – a divisão que vai dar certo

Agora é oficial. Foursquare para cá e Swarm para lá. A divisão do programa de geolocalização iniciada há uns meses foi concluída nesta semana com a nova versão do Foursquare, sem a opção de check-in, agora exclusiva do Swarm.

OBRIGAR O USUÁRIO E INSTALAR E USAR DOIS APLICATIVOS DIFERENTES É O CAMINHO?

Nesse caso, é. O Fousquare tinha duas utilidades bem distintas: a original era funcionar como um guia de lazer, usando a geolocalização para indicar bares, restaurantes, cafés, etc, com possibilidade dos usuários avaliarem os locais e ainda deixarem suas dicas. Porém, foi a opção de check-in que popularizou o programa. A famosa evasão de privacidade dos internautas, citada aqui neste blog em 2011, tornou-se mais forte que a função original.

O NOVO FOURSQUARE

Como as duas utilidades eram tão distintas a ponto de serem feitas quase que, para públicos diferentes, a Foursquare acerta em separar as coisas. O novo aplicativo, lançado nesta semana, é um excelente guia de lazer. Ainda mais prático de navegar e de colaborar, escrevendo dicas dos lugares que visitou. O uso de tags de coisas que você gosta (comidas, bebidas) ajuda o programa a sugerir os locais mais bacanas.

Até a logomarca do Foursquare mudou. Saiu o ícone do check-in para entrar um F que vira um balão de diálogo. Quem for viajar para qualquer cidade que não conheça muito bem, vale usar o aplicativo. E o contrário também deve ocorrer. Vamos preencher os nossos bares, restaurantes e cafés com dicas?

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SWARM – CHECK-IN COM MAIS UTILIDADE

O Swarm não é nenhuma novidade, mas deve ser mais usado com a mudança no outro aplicativo. O número de downloads deve subir muito a partir desta semana. O programa laranja é ainda mais “social”. Prioriza dizer quais são os seus amigos que estão mais pertos, para depois explicar exatamente onde.

Utilizado com moderação, o swarm é um baita aplicativo. Se o povo não usar para dar check-in em suas residências ou na casa da sogra, pode ser bem interessante. Aliás, essa superexposição continua sendo um risco, conforme dito em 2011.

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