Spofity e Google Play Music – a guerra musical no Brasil

Spotify é o queridinho da vez

Mensalidade de R$ 12,90 para ter acesso ilimitado ao acervo musical e ainda 60 dias de teste gratuito. Essas são as armas da Google com o Play Music, um serviço de assinaturas para concorrer com o Spotify, a rede social músical sensação do momento. No ano em que o Winamp anunciou seu fechamento, a música por streaming atinge seu auge no país. O MP3 começa a ficar para trás.

Rede social voltada para a música não é novidade no mundo. Desde o sucesso da Last FM, criado em 2002, a internet já viu diversos projetos na moda: Dezzer, Blip FM, Grooveshark são alguns dos exemplos de projetos que envolvem não apenas disponibilizar música para streaming, mas também organizar playlists, interagir com outros usuários, substituindo o bom e velho Winamp com MP3.

O sueco Spotify foi criado em 2008, mas somente neste ano chegou ao Brasil. Trabalhando com uma plataforma fácil e um plano de assinatura com preço acesível, nos moldes do Netflix, o serviço caiu no gosto dos brasileiros e deve crescer ainda mais com a proposta de hospedar canais de podcasts.

A Google não poderia ficar para trás. Recentemente anunciou o serviço do Play Music no Brasil com uma mensalidade menor e com mais tempo para o usuário testar. O produto ainda inclui a possibilidade de você enviar os seus MP3s para a nuvem, podendo baixa-los a hora que quiser.

Além dos dois, existem outros projetos semelhantes, talvez não tão sofisticados, mas sem cobrança de assinatura (modalidade possível na Google e Spotify também) como o SuperPlayer. De qualquer forma, ouvir músicas pela internet, ter o seu acervo musical na nuvem parece ser uma tendência sem volta.

E você? Usa Spotify? Play Músic? Outro site? O YouTube (que está mudando de olho no público que entra apenas para ouvir mú

Google quer dominar também essa área da internet

sica)? Ou continua no bom e velho Winamp?

 

 

Giovanni Ramos

Jornalista, professor e pesquisador.

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